quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Aí, a briga começou...
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Novo Subsídio do Governador
| Acabou de ser aprovado pela Assembléia Legislativa o Novo Subsídio do Governador do Estado de São Paulo : R$ 18.725,00, a vigorar a partir de janeiro de 2011. Presente de Natal para quase 12 mil funcionários do Executivo ! |
domingo, 28 de novembro de 2010
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL suspende parcelamento de precatórios
| Quinta-feira, 25 de novembro de 2010 STF suspende dispositivo do ADCT sobre parcelamento de precatórios
Após o voto de desempate do ministro Celso de Mello, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu dispositivo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) que permitia o pagamento de precatórios pendentes na data da promulgação da Emenda Constitucional 30/2000, de forma parcelada, em até dez anos. A decisão foi tomada no julgamento conjunto das medidas cautelares nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 2356 e 2362, concluído na tarde desta quinta-feira (25). O dispositivo contestado acrescentou o artigo 78 no ADCT. Na prática, ele possibilitou o parcelamento de precatórios em até dez prestações anuais, iguais e sucessivas. Isso tanto para créditos pendentes de pagamento na data de promulgação da EC 30, em 13 de setembro de 2000, quanto para créditos que viessem a ser gerados por ações judiciais iniciadas até o fim do ano de 1999. Histórico No início do julgamento, em fevereiro de 2002, o relator das duas ações, ministro Neri da Silveira (aposentado) votou pela concessão das liminares pedidas pelas autoras das ações, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Na ocasião, a ministra Ellen Gracie pediu vista dos autos. Até a continuidade do julgamento na tarde desta quinta-feira (25), haviam acompanhado o relator, pelo deferimento das cautelares, os ministros Ayres Britto, Cármen Lúcia, Marco Aurélio e Cezar Peluso. Divergiram do relator os ministros Eros Grau (aposentado), Joaquim Barbosa, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Ellen Gracie (esta parcialmente). Após o empate na votação, em fevereiro deste ano, os ministros decidiram aguardar o voto do decano, que na ocasião estava ausente do Plenário em virtude licença médica. Atentado Em seu voto na tarde de hoje, o decano da Corte disse concordar com os fundamentos do voto do relator, no sentido de que a procrastinação no tempo dos precatórios pendentes na data da promulgação da Emenda Constitucional terminaria por privar de eficácia imediata uma sentença judicial com trânsito em julgado. De acordo com o relator, isso configuraria um atentado contra a independência do Poder Judiciário. Segundo Celso de Mello, o dispositivo violaria a coisa julgada material, ferindo a separação de poderes e a exigência de segurança jurídica. "A coisa julgada material é manifestação do estado democrático de direito, fundamento da república brasileira", frisou o ministro. Assim, acolhendo as razões do relator, o decano votou no sentido de suspender a expressão constante do caput do artigo 78, do ADCT, incluído pela EC 30/2000 – "os precatórios pendentes na data da promulgação desta emenda" –, formando a maioria pelo deferimento das cautelares. MB/EH http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=166899
|
sábado, 27 de novembro de 2010
Enc: Fwd: INTENTONA COMUNISTA
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Beatles coleção completa (isto é ouro)
sábado, 13 de novembro de 2010
Coronel Bono da PM de SP morre afogado em Porto de Galinhas
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Dívida Externa x Dívida Interna
SAIBA TUDO QUE LULA FEZ DE 2002 A 2010
Você ouve falar em DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA em jornais e TV
e não entende direito vamos explicar a seguir:
DIVIDA EXTERNA = é como uma dívida que você deve para bancos e outras pessoas...
DIVIDA INTERNA = é como uma dívida que você deve para sua mãe, pai ou parente...
Quando LULA assumiu o Brasil, em 2002, devíamos:
ü dívida externa 212 Bilhões
ü dívida interna 640 Bilhões
ü Total de dívidas: 851 Bilhões
Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa.
E é verdade, só que ele não explicou que, para pagar a externa, ele aumentou a interna:
Em 2007 no governo Lula:
ü Dívida Externa = 0 Bilhões
ü Dívida Interna = 1.400 Trilhão
ü Total de dívidas 1.400 Trilhão,
ou seja, a dívida externa foi paga, mas a dívida interna quase dobrou.
Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito
que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada.
Sabe por que? É que ela voltou.
Em 2010:
ü Dívida Externa= 240 Bilhões
ü Dívida Interna =1.650 Trilhão
ü Total de dívidas 1.890 Trilhão,
ou seja, a dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão no governo LULA.
Daí é que vem o dinheiro que o Lula está gastando no PAC, bolsa família, bolsa educação,
bolsa faculdade, bolsa cultura, bolsa para presos, dentre outras bolsas...
Não é com dinheiro de crescimento; é com dinheiro de ENDIVIDAMENTO.
Compreenderam? Ou ainda acham que Lula é mágico? Ou Que FHC deixou um caminhão de dólares para Lula gastar?
Para maiores detalhes sobre dívida interna e externa do Brasil, acesse:
http://www.sonoticias.com.br/opiniao/2/100677/divida-interna-perigo-a-vista
Para 2010, segundo Plano Nacional de Financiamento do Tesouro Nacional, a necessidade bruta de financiamento para a dívida interna será de R$ 359,7 bilhões (12% do PIB), sendo R$ 280,0 bilhões para amortização do principal vencível em 2010 e R$ 79,7 bilhões somente para pagamento dos juros (economistas independentes estimam que a conta de juros passará de R$ 160,0 bilhões em 2010). Ou seja, mais uma vez, o governo, além de não amortizar um centavo da dívida principal, também não vai pagar os juros. Vai ter que rolar o principal e juros. E a dívida vai aumentar.
A dívida interna tem três origens: as despesas do governo no atendimento de suas funções típicas, quais sejam, os gastos com saúde, educação, segurança, investimentos diversos em infraestrutura, etc.. Quando esses gastos são maiores que a arrecadação tributária, o que é recorrente no Brasil, cria-se um déficit operacional que, como acontece em qualquer empresa ou família, terá que ser coberto por empréstimos, os quais o governo toma junto aos bancos, já que está proibido, constitucionalmente, de emitir dinheiro para cobrir déficits fiscais, como era feito no passado. A segunda origem são os gastos com os juros da dívida. Sendo esses muito elevados no Brasil, paga-se um montante muito alto com juros e os que não são pagos é capitalizado, aumentando ainda mais o montante da dívida. A terceira causa decorre da política monetária e cambial do governo: para atrair capitais externos ou mesmo para vender os títulos da dívida pública, o governo paga altas taxas de juros, bem maior do que a paga no exterior, e com isso o giro da dívida também fica muito alto.
A gestão das finanças de um governo assemelha-se, em grande parte, a de uma família. Quando faz um empréstimo para comprar uma casa para sua moradia, desde que as prestações mensais caibam no seu orçamento familiar, é visto como uma atitude sensata. Além de usufruir do conforto e segurança de uma casa própria, o que é um sonho de toda família, depois de quitado o empréstimo restará o imóvel. No entanto, se uma família perdulária usa dinheiro do cheque especial para fazer uma festa, por exemplo, está, como se diz na linguagem popular, almoçando o jantar. Passado o momento de euforia, além de boas lembranças, só vai ficar dívidas, e muito pesadelo, nada mais.
No caso, o Brasil está mais assemelhado ao da família perdulária: gastamos demais, irresponsavelmente, e entramos no cheque especial. Estamos pagando caro por isso. Como o governo não está conseguindo pagar a dívida no seu vencimento, e nem mesmo os juros, ao recorrer aos bancos para refinanciar seus papagaios, está tendo de pagar um "spread" (diferença entre a taxa básica de juros, Celic, e os juros efetivamente pagos) cada vez mais alto (em 2008 no auge da crise, o governo chegou a pagar um "spread" de 3,5% além da Celic). E isso, além de aumentar os encargos da dívida, é um entrave para a queda dos juros, por parte do Banco Central.
O governo tornou-se refém dos bancos: precisa de dinheiro para rolar sua dívida e está sendo coagido a pagar juros cada vez mais altos (veja os lucros dos bancos registrados em seus balanços). Em 2009, em razão das altas taxas de juros pagas, o montante da dívida cresceu 7,16% em relação ao ano anterior, mesmo o PIB não registrando qualquer crescimento.
O problema da dívida interna não é somente o seu montante, que já está escapando do controle, mas sim qual o destino que estamos dando a esses recursos. Como no caso da família que pegou empréstimo para comprar uma casa própria, se o governo pega dinheiro emprestado para aplicar em uma obra importante: estrada, usina hidroelétrica, etc. é defensável. É perfeitamente justificável que se transfira para as gerações futuras parte do compromisso assumido para a construção de obras que trarão benefício também no futuro.
Mas não é isso que está acontecendo no Brasil. O governo está gastando muito e mal. Tal qual a família perdulária, estamos fazendo festas não obras. Estamos deixando para nossos filhos e netos apenas dívidas, sem nenhum benefício a usufruir. Deixo para o prezado leitor, se quiser, elencar as obras que serão deixadas por esse governo.
Não tenho bola de cristal para adivinhar quem vai ser o próximo presidente da República: se vai ser ele ou ela, mas posso, com segurança, afirmar, que seja quem for o eleito vai ter que pisar no freio, logo no início do governo. Vai ter que arrumar a casa.
Waldir Serafim é economista em Mato Grosso formado pela universidade de Harvard-USA
--
www.asparabolasdecristo.blogspot.com
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
CONJUGADOR DE VERBOS
| Quando tiver dúvidas sobre estes 280 mil verbos, pode consultar o seguinte
Oséas Alves |
domingo, 17 de outubro de 2010
Se fossemos um cão... Aprenderíamos a pensar e praticar coisas assim:
|
--
www.asparabolasdecristo.blogspot.com
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Re: [grupobarrobranco] Enc: ..:: Blog do Deputado Federal Paes de Lira ::..
Hoje a candidata do PT disse que não é a favor do aborto e foi rezar para ingles ver. Para ganhar votos faz qualquer negócio.
Assunto: ..:: Blog do Deputado Federal Paes de Lira ::..
Paes de Lira critica a não votação da PEC 300 devido a NOVO recesso
Posted: 06 Oct 2010 03:54 PM PDT
Ao ocupar a Tribuna da Câmara dos Deputados nesta quarta(6), o Deputado Federal Paes de Lira criticou duramente a decisão, após acordo do colégio de líderes, de determinarem mais um recesso após o primeiro turno das eleições. O parlamentar afirma que a decisão foi equivocada e atrasará a continuidade da votação da PEC 300. O fim desse recesso está previsto apenas para o dia 03/11. A pauta da Câmara dos Deputados está trancada por 9 Medidas Provisórias e pelo Projeto de Lei que cria um Fundo Social com o recursos do Pré-Sal.
Assista:
PAES DE LIRA afirma que a candidatura oficial é PRÓ-ABORTO
Posted: 06 Oct 2010 02:45 PM PDT
Assista ao vídeo gravado nesta quarta-feira, 06/10, em que o Deputado Federal Paes de Lira afirma, da Tribuna da Câmara dos Deputados, que a candidatura oficial à Presidência da República é PRÓ-ABORTO, portanto contra a vida. O parlamentar reafirma que sempre agirá em defesa da vida desde a concepção e cita como exemplo o PNDH-3 que prevê em seu texto o apoio amplo, total e irrestrito ao aborto.
Assista:
as parabolasdecristo