quinta-feira, 27 de março de 2014

Discursos levianos para os idiotas


Por Padre Humberto

Diante da desgraça de desgovernos petistas, que transformaram o poder público em um covil de bandidos e o país em um paraíso de patifes impunes, o bando de Collor derrubado pela vontade da sociedade, virou brincadeira de criança levada!

As contundentes vaias e xingamentos, com luzes piscando na Barra da Tijuca e em diversos locais do Brasil depois do discurso da "presidente", são mais uma clara demonstração da rejeição social para com esse desgoverno espúrio,que luta com as formas mais desonestas possíveis para se manter no poder em 2014.

Como uma "presidente" tem a coragem de declarar, por exemplo, em rede nacional, que os investimentos da construção dos estádios foram somente de origem privada?

TODAS as obras foram financiadas em condições generosaspelo BNDES!

Estádios públicos, construídos em áreas públicas e com dinheiro público, vem sendo reformados com dinheiro público e posteriormente serão entregues a clubes e empresas privadas para que daí tirem o seu injustificável lucro.

Isso não é o papel de um líder de uma nação mas de alguém motivado por inconfessáveis motivações de um golpe para transformar o país em uma Cuba Continental.

Esta "senhora", em seu precário discernimento pensa que a sociedade somente tem idiotas a serviço dessa classe política nojenta e de seus cúmplices canalhas.

Vamos lembrar que essa tal "presidenta" foi protagonista de uma luta terrorista que nunca pretendeu a democracia, que ceifou a vida de mais de 120 civis e militares e continua sendo a leal fantoche do mais sórdido político da história do país.

Obedece e se aconselha com seu guru, o retirante analfabeto e espertalhão, o patife líder, denunciado como verdadeiro chefe da gangue dos 40 que subornou o Parlamento, uma quadrilha que deveria já estar presa mas que continua livre, leve e solta por incompetência de um Poder Judiciário em estado de podridão terminal, por obra e graça do PT e de seus cúmplices, em todas as instâncias desse poder degenerado.

Por isso e muito mais essa malfadada guerrilheira travestida de "presidenta" não tem a menor condição moral de ameaçar a sociedade, em rede nacional, num discurso grotesco disfarçado de conciliação.

Mesmo que não concordemos com a promoção de destruições do patrimônio público nem de propriedades privadas como instrumentos de protesto, que condição moral tem essa "senhora" de criticar os vândalos, já que no seu tempo de luta por "transformações sociais" colocou fogo no país promovendo,juntamente com seus cúmplices, atos terroristas, sequestros, roubos a bancos e assassinatos de civis e militares – fez muito pior do que os manifestantes mais revoltados, infiltrados de bandidos, estão fazendo!

Nada pode ser aproveitado desse discurso leviano – a não ser a preparação de um golpe –, uma verbalização da voz de uma sórdida alma terrorista que ficará na história da política, depois de manifestações em massa contra a degeneração moral do país.

Esse discurso não passa de uma peça de profunda idiotice montada por marqueteiros de plantão inspirados pelos conselhos do mais sórdido político que o Brasil já conheceu, o padrinho da "presidenta".

Apenas evidencia que estamos a mercê de psicopatas degeneradose que estes vêm conduzindo a destruição política e econômica desta nação.

Foram compromissos vazios, sem vislumbre de honestidade ou sinceridade, visando uma estúpida desqualificação e esvaziamento de um movimento legítimo –muito maior do que a farsa do "Movimento Passe Livre" organizado pelo PT para atingir o governador de SP –, e para a preparação final de mais um estelionato eleitoral que está correndo um crescente

risco de não se concretizar pela tomada de consciência do povo.

Esse mesmo povo que a assustou pois voltou a compreender que o poder público da era PT foi transformado em um covil de cândidos e que a manutenção dessa sórdida classe política no poder é autorizar em 2014 um regime fascista, comandado pelo PT e seus asseclas, para sustentar a corruptocracia.

Um discurso vazio de verdades, que não pretendeu soluções, que não tocou em nada caro à quadrilha, que pretendeu apenas preservar o status quo do seu projeto de poder perpétuo.

Um discurso que justifica um imediato – chegamos no limite da nossa paciência ordeira – impeachment da "presidenta" do PT, que não se comporta como "presidente" do país, mas como uma golpista com atos e motivações já amplamente divulgadas na Internet:

- cumplicidade em todos os atos dos dois desgovernos de seu antecessor e que já foram pública e sistematicamente rejeitados pela sociedade;

- transformação do poder público em um covil de malfeitores, favorecendo durante os últimos anos a criação de uma verdadeira casta de mafiosos da política e exploradores da sociedade;

- absoluta degeneração moral dos poderes da República liderados pelo fascismo do Poder Executivo;

- incompetência, desonestidade, corrupção, enganação, suborno e mentiras como instrumentos da implantação de um projeto de poder com a marca de uma corruptocracia, que pretende escravizar o país a um poder retrógrado, fascista e degenerado;

- obras inacabadas, superfaturadas, mal feitas, não fiscalizadas, cujo principal objetivo é a transformação de verbas públicas em "caixinhas", "parcerias" e subornos;

- deliberada falência da educação e criminoso abandono da saúde, da segurança e do saneamento básico;

- deterioração crescente da estrutura econômica do país com um processo de sucateamento da indústria em andamento, e a perda de competitividade internacional. A receita de poder dos medíocres que a cercam: Nicolás Maduro, Evo Morales, CristinaKirchner, Ahmadinejad, Castro etantos outros canalhas são seus parceiros preferenciais!

- irresponsável e inconsequente perdão de dívidas,além de empréstimos secretos a outros países ideologicamente pervertidos;

- utilização das empresas estatais para praticar um incontrolável empreguismo de meliantes do PT;

- abandono das obras de transposição do rio São Francisco, um dos incontáveis instrumentos de estelionato eleitoral; - um covarde estímulo à luta de classes, à invasão de propriedades particulares e à desagregação da sociedade;

- um vergonhoso assistencialismo, que custa todos os meses bilhões para os contribuintes, com a clara intenção de escravizar os menos favorecidos, via manutenção da pobreza e da ignorância, às manipulações eleitorais da canalha política; - o descontrole irresponsável e sem volta da dívida pública e da inflação;

- o intencional crescimento da máquina governamentalque consome bilhões dos contribuintes de forma inconsequente. O desperdício escandaloso do dinheiro que poderia ser aplicado na saúde, na educação, na segurança e no saneamento;

- Como reza a cartilha revolucionária, estimula a deterioração dos valores familiares com a disseminação do homossexualismo entre jovens e adolescentes em fase de formação de caráter e personalidade;

- a transformação da classe dos professores públicos não-petistas em mão de obra de segunda classe e reféns de estudantes que os agridem ou os ameaçam em sala de aula. A elaboração das cartilhas petistas de deformação moral e o aparelhamento dos conselhos tutelares que os afastam os jovens da disciplina imposta por suas famílias; subordinação da política externa às ordens do nefasto Foro de São Paulo,com o país seguindo as decisões do populismo ditatorial que toma conta da América Latina;

- covarde e sistemática perseguição e humilhação das Forças Armadascom a clara intenção de se defender da justa reação dos nossos militares à tentativa de transformar o Brasil em uma Cuba Continental; O sucateamento das instituições militares sempre foi um dos pilares dos movimentos revolucionários e descambaram em "ditaduras do proletariado". As suas consequências sempre foram banhadas em sangue dos que ousaram levantar a voz em dissidência.

Repetindo:

Por tudo isso e muito mais a tal "presidenta"não tem a menor condição moral de ameaçar a sociedade em rede nacional em um discurso disfarçado de conciliação!

O que a "presidenta", seus lacaios, e todos os seus cúmplices canalhas não perceberam ainda, é que o Brasil acordou de uma hibernação patriótica de mais de vinte anos, imposta pela fraude de abertura democrática promovida por sucessivos desgovernos de corruptos e traidores do país.

Que as manifestações e a greve geral organizada para 1º de julho mostre definitivamente a esse desgoverno espúrio que discursos levianos em rede nacional não irão adormecer novamente o país no sono dos omissos e covardes.

A hora da mudança é agora, pois o Brasil acordou do silêncio imposto pelos cafajestes da política.

Se você concordar que algo precisa ser feito. Se acredita que é chegada a hora de dar um BASTA! Ao lodo espalhado pelo PT e demais "cumpanheros", divulgue.

Edite, complemente, aprimore... mas não deixe de repassar. Faça ouvir o seu grito e permita que ele se multiplique. Esta mensagem precisa alcançar todas as redes sociais.

Isto, e o voto responsável, são os melhores caminhos para que o seu futuro e o dos seus descendentes seja de paz e tranquilidade.

Pe. Umberto

Paróquia de Santa Luzia Arquidiocese de Natal


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quarta-feira, 26 de março de 2014

Ousadia tem de ser enfrentada

Ousadia tem de ser enfrentada

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Publicado em Terça, 25 Março 2014 20:54 
Escrito por Luiz Eduardo Pesce de Arruda

Putin: ódio aos nazistas, mas comportamento semelhante. / Alexander Demianchuk/Reuters

Ele chegou ao poder democraticamente, com grande apoio popular, com a ambição é devolver sua nação, outrora potência mundial, ao patamar anterior. Acha inaceitável o modo como as grandes potências ocidentais têm tratado, com desdém e desprezo, sua Pátria.

A experiência anterior em campo mostra que é pessoalmente corajoso. Não permite que questões familiares interfiram em sua missão e, a despeito de estimular o culto à personalidade pela mídia, não se mostra vaidoso a quem o conhece pessoalmente. Alguns dizem que ganhou dinheiro com direitos autorais, mas ele nega ser rico, exceto pelo fato de contar com o apoio e lealdade de seu povo.

A afirmação encontra respaldo nas pesquisas de opinião, pois goza, no cenário interno, de considerável popularidade, com altas taxas de aprovação. Fez dos jogos olímpicos uma oportunidade para mostrar ao mundo a superioridade de seu povo e de sua nação. Gastou muito além do que a situação econômica nacional recomendaria, para remodelar completamente não só as áreas de práticas desportivas olímpicas, mas toda a infraestrutura urbana da cidade-sede.

Sabe jogar no limite e, para que a nação alcance sua antiga glória, não hesita em desafiar o direito internacional e eliminar opositores. Valendo-se de milícias armadas, fanaticamente devotadas à nação, de agentes infiltrados e de políticos locais simpáticos à sua causa, prepara um plebiscito, em que os eleitores votarão sob o constrangimento das armas, e por meio do qual tentará dar um verniz de legitimidade à anexação do território de um vizinho militarmente mais fraco, cuja população é na maioria leal ao líder em questão.

Há grande expectativa dessas populações, que se reconhecem historicamente ligadas pela língua, história e cultura à Nação do grande líder, em retornar ao regaço da pátria-mãe, pois esse condutor viril e articulado conseguiu, em seu país, bons resultados na economia, ampliou os empregos e reduziu a pobreza, além de trazer estabilidade política.

Seus oponentes, por outro lado, caracterizam várias de suas ações como antidemocráticas, em especial na feroz repressão a seus opositores. Para observadores externos, a nação está em "um longo processo de regressão graças à mudança de um governo híbrido para um regime autoritário. Entende que o modelo democrático ocidental está corroído e decadente e que as lideranças das nações mais ricas não terão apoio interno da opinião pública para optar por uma resistência vigorosa, que poderia degenerar em confrontação militar, pois reconhecem que a antiga potência ainda detém um expressivo arsenal bélico.

Para evitar a guerra, as nações ocidentais abandonarão o território anexado à própria sorte, fecharão os olhos a violações do direito internacional e dos direitos humanos e prometerão punir o imperialismo com vagas sanções econômicas, que na prática não resultarão em nada.

Osucesso retumbante dessa aventura estimulará o líder a ousar outras vezes, até que outro líder, de igual coragem pessoal e grande estatura moral resolva enfrentá-lo, ainda que sozinho. Quanto mais tempo passar, haverá mais sangue, suor e lágrimas , até que seja finalmente contido. Entretanto, ele sabe de suas limitações. E se for enfrentado com energia neste momento, retornará ao status anterior. E o custo será bem menor.

Este artigo refere-se a Adolf Hitler e ao “Anchluss” e está ambientado em 13 de março de 1938, quando a Alemanha anuncia oficialmente a anexação da Áustria e a converte numa província do III Reich. Em 10 de abril daquele ano, um referendo avaliza a anexação com 99% de aprovação da população.

Poderia, porém, referir-se a uma situação vivida hoje na Ucrânia, quando Putin anexa a Criméia. Putin nasceu em Leningrado em 1952. Seu pai, Vladimir Spiridonovitch Putin, participou da chamada "Grande Guerra Patriótica", e ficou gravemente ferido. Sua mãe, Maria Ivanovna Shelomova, trabalhava em uma fábrica, e sobreviveu ao cerco alemão, durante a batalha de Leningrado.

Putin, até por origem familiar, odeia o nazismo. Mas não há como negar que suas condutas lembram o "Anchluss" da Áustria. É surpreendente como passa o tempo, mudam as ideologias, mudam as nações e os líderes, mas os vícios e virtudes continuam os mesmos. É só aprender com a História, que Cícero diz ser a “testemunha do passado, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida”.

Luiz Eduardo Pesce de Arruda é coronel da reserva da Polícia Militar e professor universitário.


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Senador Mário Couto pede impeachment de Dilma - Plenário (25 Mar 2014)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados

REDE GLOBO E PEDRO BIAL ESTÃO INDIGNADOS COM LITERATURA DE CORDEL 


Pura verdade - Não deixe de ler. 
Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados



Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia-Brasil.

Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente.

Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira.

Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia.

Vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos.

Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.

BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
            
Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
            
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.
            
Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.
            
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
            
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
            
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
            
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
            
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
            
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social

Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.
            
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
            
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
            
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
            
Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
            
Isso é um desserviço
Mau exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
            
  Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
            
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
            
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
            
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
            
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados

Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
            
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
            
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
            
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
            
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
           

FIM


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domingo, 23 de março de 2014

Peotestos de 22Mar14

sábado, 22 de março de 2014

Marcha pedindo impeachment de Dilma e intervenção militar finaliza na Praça da Sé, veja imagens

Imagem: Reprodução/Redes Sociais
Manifestantes se reuniram em São Paulo na tarde deste sábado (22),  na Praça da República, para realizar uma nova versão da "A Marcha da Família com Deus pela Liberdade". O grupo pretende relembrar a marcha anticomunista e de apoio ao governo militar realizada há 50 anos em 19 de março de 1964.

A Polícia Militar informou, às 17h20, que cerca de mil pessoas participavam da Marcha. No horário, os manifestantes já tinham começado a seguir da República em caminhada até a Praça da Sé, repetindo o mesmo trajeto da marcha original.


A Polícia Militar acompanha o ato com esquema específico de segurança. A CET informou que monitora o trânsito na região.
Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais 
Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Imagem: Reprodução/Redes Sociais
A marcha é realizada poucos dias antes dos 50 anos do golpe militar, a serem completados no dia 1º de abril. Os organizadores do evento pedem intervenção militar para retirar do poder os "políticos corruptos, moralizar os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, promover valores morais e então convocar novas eleições apenas para fichas limpas”.

Leita também: Petição pedindo impeachment de Dilma ultrapassa 375 mil assinaturas

Pouco antes da marcha começar a caminhada, um homem foi hostilizado pelos manifestantes. Aos gritos de "Fora petista", ele foi retirado da concentração. Mais cedo, um fotógrafo independente foi agredido. Outros fotógrafos que acompanhavam o ato disseram que ele foi atingido na cabeça por manifestantes.


Entre os apoiadores da marcha, o analista de sistemas Lucas de Carvalho afirma ser a favor de uma revolução civil, com o impeachment da presidente Dilma, ao qual se seguiria uma intervenção militar. "O Executivo, o Legislativo e o Judiciário já quebraram. A Constituição já caiu de podre", disse. Carvalho e vários outros carregam bandeiras azuis.

Os manifestantes cantaram o hino nacional por volta das 16h. Depois, um dos organizadores, Bruno Toscano Franco, de 41 anos, convocou os manifestantes a iniciarem caminhada em direção à Praça da Sé. Eles caminham gritando "Fora PT", ou "não queremos eleição, queremos intervenção".

Objetivos

Ao G1, Franco disse que a marcha surgiu da necessidade de mostrar a insatisfação “com tanto descaso, com tanta corrupção”. “A gente está cansado de viver num país em que a educação e outros serviços básicos não são no padrão Fifa”, disse. Outra motivação, segundo ele, é contar a história “verídica” do país e escondida nas escolas, na opinião do grupo. "[O presidente] João Goulart estava agindo de má fé contra o povo brasileiro, expropriando terras particulares, dizendo que era reforma agrária”, defende.

Desta vez, a ameaça comunista no Brasil é representada pelo PT. Franco cita o financiamento feito pelo BNDES para a construção do porto de Mariel em Cuba como uma prova da aproximação do governo Dilma Rousseff com os ideais comunistas. O porto foi inaugurado em janeiro com a presença da presidente.


Para Franco, a intenção do governo federal é transformar em um imenso bloco comunista a União de Nações Sul-Americanas (Unasul). Atualmente, doze países contando o Brasil compõem esse bloco que seria voltado à cooperação regional.

O fotógrafo atuou durante anos como aviador e é filho e neto de militares. Ele critica ainda a ausência dos valores da família e critica a defesa de criminosos por grupos de direitos humanos. “Onde estão os valores da família nesse país? Acabei de ter uma filha e não quero deixar esse país para a minha filha viver”, diz. Ele critica ainda a criação de um kit gay para discutir homofobia nas escolas.

Política na Rede com Márcio Pinho, G1

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DEPUTADO JAIR BOLSONARO DETONOU


sexta-feira, março 07, 2014

DEPUTADO JAIR BOLSONARO DETONOU EM ENTREVISTA NO PROGRAMA DO RATINHO TURBINANDO O IBOPE DO SBT/TV


Programa do Ratinho: Jair Bolsonaro - 06/03/2014 por sbtonline
O deputado Jair Bolsonaro foi entrevista no Programa do Ratinho. Para quem nao viu ao vivo aqui está a gravação completa do programa. 

A entrevista está bombando nas redes sociais a mostrar que o deputado Jair Bolsonaro já conta com a preferência dos eleitores do Brasil inteiro.

Vale a pena ver este vídeo. Bolsonaro fala de forma objetiva, clara e mete o dedo na ferida. Fale quem quiser, mas o Brasil precisava de mais deputados como Jair Bolsonaro. Esta é a verdade. O resto é papo furado de comunista militante e/ou enrustido.

Desfile do dia 24-1-14: hoje, 2014, e ontem, há cinquenta anos.


Fotos da linha do tempo.
Caro Rono/65, ano que vem queremos ver voce desfilando na Apmbb


Para quem apreciou o vídeo enviado pelo Carlini, com ele comandando colegas de turma, no desfile do dia 24-1-14, segue em anexo uma foto, com meio século de vida, a mim enviada por ele mesmo, Carlini, na qual figuram, da esquerda para a direita, Roni (66), Carlini (65), Souza (65), Bonjorno (65) e Agassi (66), além de uma bela modelo, que já deve estar um pouco desgastada, cinquenta anos depois.
Um chiste que faz pouco tempo mandei para o Zandonadi, vendo fotos que ele enviou: “dizia o emplacador no Detran, ao ver adentrar o pátio, um Tempra zero, ainda sem placas: esse Tempra é emplacável”.
Abs. Roni.
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sexta-feira, 21 de março de 2014

Malandragem


Quando vamos a um restaurante, na hora de conferir a conta, só checamos as bebidas, pratos, etc ...
Mas ... VOCÊ SOMA OS VALORES PARA SABER SE A CONTA ESTÁ CERTA?
Então, um desafio: pegue a sua calculadora e some ESTA conta anexa ....
 E COMPAREM O RESULTADO!

Descrição: pic00041 (2).JPG

2,90
5,80
33,60
4,50
18,80
18,80
23,00
3,90
--------
111,30 

Descobrimos como conseguem adulterar uma calculadora para tirar vantagem, é só colocar na memória um valor que será transmitido a conta final,
isto é, se na memória positiva for colocado 50,00, este valor fica no final da conta e não aparece no demonstrativo.
O que achou?
Se descoberto o erro, eles simplesmente colocam a culpa na maquineta e pronto ficam liberados e ilesos para aprontar em uma nova conta.
E o pior é que essa prática está se alastrando pelos estabelecimentos.
FIQUEM ESPERTOS!
Este é mais um recurso para nos ROUBAR!

Passe adiante e CONFIRA MAIS SUAS CONTAS A PARTIR DE HOJE.

Bodas de Canã - Converteu água em vinho

Descrição: image002.gif@01CEAF10.67C033B0

Entrevista do Marcola.

Data: 21 de março de 2014 14:05
 Entrevista doMarcola.





Amigos. Sem a intenção de polêmica ..apenas para nossa reflexão. .....
É aterrador ! ! !          Só falou verdade!!!  -   Infelizmente.  Leia a entrevista com o líder do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola , ao jornal O Globo    Estamos todos no inferno. Não há solução, pois não conhecemos nem o problema    O GLOBO: Você é do PCC?  - Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível… vocês nunca me olharam durante décadas… E antigamente era mole resolver o problema da miséria… O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias… A solução é que nunca vinha… Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a “beleza dos morros ao amanhecer”, essas coisas… Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo… Nós somos o início tardio de vossa consciência social… Viu? Sou culto… Leio Dante na prisão…  O GLOBO: – Mas… a solução seria…  - Solução? Não há mais solução, cara… A própria idéia de “solução” já é um erro. Já olhou o tamanho das 560 favelas do Rio? Já andou de helicóptero por cima da periferia de São Paulo? Solução como? Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento econômico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma “tirania esclarecida”, que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC…) e do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até conference calls entre presídios…). E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível. Não há solução.  O GLOBO: – Você não têm medo de morrer?  - Vocês é que têm medo de morrer, eu não. Aliás, aqui na cadeia vocês não podem entrar e me matar… mas eu posso mandar matar vocês lá fora…. Nós somos homens-bomba. Na favela tem cem mil homens-bomba… Estamos no centro do Insolúvel, mesmo… Vocês no bem e eu no mal e, no meio, a fronteira da morte, a única fronteira. Já somos uma outra espécie, já somos outros bichos, diferentes de vocês. A morte para vocês é um drama cristão numa cama, no ataque do coração… A morte para nós é o presunto diário, desovado numa vala… Vocês intelectuais não falavam em luta de classes, em “seja marginal, seja herói”? Pois é: chegamos, somos nós! Ha, ha… Vocês nunca esperavam esses guerreiros do pó, né? Eu sou inteligente. Eu leio, li 3.000 livros e leio Dante… mas meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país. Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem.Vocês não ouvem as gravações feitas “com autorização da Justiça”? Pois é. É outra língua. Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas. É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo.  O GLOBO: – O que mudou nas periferias?  - Grana. A gente hoje tem. Você acha que quem tem US$40 milhões como o Beira-Mar não manda? Com 40 milhões a prisão é um hotel, um escritório… Qual a polícia que vai queimar essa mina de ouro, tá ligado? Nós somos uma empresa moderna, rica. Se funcionário vacila, é despedido e jogado no “microondas”… ha, ha… Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes. Nós temos métodos ágeis de gestão. Vocês são lentos e burocráticos. Nós lutamos em terreno próprio. Você s, em terra estranha. Nós não tememos a morte. Vocês morrem de medo. Nós somos bem armados. Vocês vão de três-oitão. Nós estamos no ataque. Vocês, na defesa. Vocês têm mania de humanismo. Nós somos cruéis, sem piedade. Vocês nos transformam em superstars do crime. Nós fazemos vocês de palhaços. Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor. Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos. Nossas armas e produto vêm de fora, somos globais. Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses. Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.  O GLOBO: – Mas o que devemos fazer?  - Vou dar um toque, mesmo contra mim. Peguem os barões do pó! Tem deputado, senador, tem generais, tem até ex-presidentes do Paraguai nas paradas de cocaína e armas. Mas quem vai fazer isso? O Exército? Com que grana? Não tem dinheiro nem para o rancho dos recrutas… O país está quebrado, sustentando um Estado morto a juros de 20% ao ano, e o Lula ainda aumenta os gastos públicos, empregando 40 mil picaretas. O Exército vai lutar contra o PCC e o CV? Estou lendo o Klausewitz, “Sobre a guerra”. Não há perspectiva de êxito… Nós somos formigas devoradoras, escondidas nas brechas… A gente já tem até foguete anti-tanques… Se bobear, vão rolar uns Stingers aí… Pra acabar com a gente, só jogando bomba atômica nas favelas… Aliás, a gente acaba arranjando também “umazinha”, daquelas bombas sujas mesmo. Já pensou? Ipanema radioativa?  O GLOBO: – Mas… não haveria solução?  - Vocês só podem chegar a algum sucesso se desistirem de defender a “normalidade”. Não há mais normalidade alguma. Vocês precisam fazer uma autocrítica da própria incompetência. Mas vou ser franco…na boa… na moral… Estamos todos no centro do Insolúvel. Só que nós vivemos dele e vocês… não têm saída. Só a merda. E nós já trabalhamos dentro dela. Olha aqui, mano, não há solução. Sabem por quê? Porque vocês não entendem nem a extensão do problema. Como escreveu o divino Dante: “Lasciate ogna speranza voi cheentrate!” Percam todas as esperanças. Estamos todos no inferno.

É aterrador ! ! !
Só falou verdade!!! - Infelizmente.
Leia a entrevista com o líder do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola , ao jornal O Globo
Estamos todos no inferno. Não há solução, pois não conhecemos nem o problema
O GLOBO: Você é do PCC?
- Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível… vocês nunca me olharam durante décadas… E antigamente era mole resolver o problema da miséria… O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias… A solução é que nunca vinha… Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a “beleza dos morros ao amanhecer”, essas coisas… Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo… Nós somos o início tardio de vossa consciência social… Viu? Sou culto… Leio Dante na prisão…
O GLOBO: – Mas… a solução seria…
- Solução? Não há mais solução, cara… A própria idéia de “solução” já é um erro. Já olhou o tamanho das 560 favelas do Rio? Já andou de helicóptero por cima da periferia de São Paulo? Solução como? Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento econômico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma “tirania esclarecida”, que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC…) e do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até conference calls entre presídios…). E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível. Não há solução.
O GLOBO: – Você não têm medo de morrer?
- Vocês é que têm medo de morrer, eu não. Aliás, aqui na cadeia vocês não podem entrar e me matar… mas eu posso mandar matar vocês lá fora…. Nós somos homens-bomba. Na favela tem cem mil homens-bomba… Estamos no centro do Insolúvel, mesmo… Vocês no bem e eu no mal e, no meio, a fronteira da morte, a única fronteira. Já somos uma outra espécie, já somos outros bichos, diferentes de vocês. A morte para vocês é um drama cristão numa cama, no ataque do coração… A morte para nós é o presunto diário, desovado numa vala… Vocês intelectuais não falavam em luta de classes, em “seja marginal, seja herói”? Pois é: chegamos, somos nós! Ha, ha… Vocês nunca esperavam esses guerreiros do pó, né? Eu sou inteligente. Eu leio, li 3.000 livros e leio Dante… mas meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país. Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem.Vocês não ouvem as gravações feitas “com autorização da Justiça”? Pois é. É outra língua. Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas. É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo.
O GLOBO: – O que mudou nas periferias?
- Grana. A gente hoje tem. Você acha que quem tem US$40 milhões como o Beira-Mar não manda? Com 40 milhões a prisão é um hotel, um escritório… Qual a polícia que vai queimar essa mina de ouro, tá ligado? Nós somos uma empresa moderna, rica. Se funcionário vacila, é despedido e jogado no “microondas”… ha, ha… Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes. Nós temos métodos ágeis de gestão. Vocês são lentos e burocráticos. Nós lutamos em terreno próprio. Você s, em terra estranha. Nós não tememos a morte. Vocês morrem de medo. Nós somos bem armados. Vocês vão de três-oitão. Nós estamos no ataque. Vocês, na defesa. Vocês têm mania de humanismo. Nós somos cruéis, sem piedade. Vocês nos transformam em superstars do crime. Nós fazemos vocês de palhaços. Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor. Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos. Nossas armas e produto vêm de fora, somos globais. Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses. Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.
O GLOBO: – Mas o que devemos fazer?
- Vou dar um toque, mesmo contra mim. Peguem os barões do pó! Tem deputado, senador, tem generais, tem até ex-presidentes do Paraguai nas paradas de cocaína e armas. Mas quem vai fazer isso? O Exército? Com que grana? Não tem dinheiro nem para o rancho dos recrutas… O país está quebrado, sustentando um Estado morto a juros de 20% ao ano, e o Lula ainda aumenta os gastos públicos, empregando 40 mil picaretas. O Exército vai lutar contra o PCC e o CV? Estou lendo o Klausewitz, “Sobre a guerra”. Não há perspectiva de êxito… Nós somos formigas devoradoras, escondidas nas brechas… A gente já tem até foguete anti-tanques… Se bobear, vão rolar uns Stingers aí… Pra acabar com a gente, só jogando bomba atômica nas favelas… Aliás, a gente acaba arranjando também “umazinha”, daquelas bombas sujas mesmo. Já pensou? Ipanema radioativa?
O GLOBO: – Mas… não haveria solução?
- Vocês só podem chegar a algum sucesso se desistirem de defender a “normalidade”. Não há mais normalidade alguma. Vocês precisam fazer uma autocrítica da própria incompetência. Mas vou ser franco…na boa… na moral… Estamos todos no centro do Insolúvel. Só que nós vivemos dele e vocês… não têm saída. Só a merda. E nós já trabalhamos dentro dela. Olha aqui, mano, não há solução. Sabem por quê? Porque vocês não entendem nem a extensão do problema. Como escreveu o divino Dante: “Lasciate ogna speranza voi cheentrate!” Percam todas as esperanças. Estamos todos no inferno.









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