domingo, 15 de agosto de 2010

Bandão Poeta


A SAGA DO BANDÃO 
 (Directed e Composed by Freitas)

O INÍCIO
No velho Ninho das Águias
Certo Grupo apareceu,
Logo nos primeiros dias
Um apodo recebeu.
Embora não merecesse.
Mas logo deu no que deu.

Pressionado em desafios
o Grupo não esmoreceu.
Mostrnado garra e constância,
Unido em qualquer instância,
Lutou, venceu, convenceu.

BANDÃO! Foi chamado o Grupo,
Por quem não tomava tento,
Bando grande irresponsável,
Só a hordas comparável,
Daí não sai um jumento!

Passam-se os dias e o Bando,
Valoroso, varonil,
Tomado de brios e garra,
Arrebenta e, na marra,
mostrou que não é servil!

Foram tantas as intrigas,
Querendo menosprezar
Por fatos atos e bocas
Sem nunca considerar.
O Grupo jovem e faceiro
Ao mundo mostrou inteiro
O seu poder de lutar.

Cinco anos de aventuras
Amor e ódio inspiramos.
O Bando sofreu sorriu,
“Foi à ponte que partiu”
Mas saiu garboso, lhano.

O MEIO
Alguém falou que o Bandão,
A nada iria levar.
Quem disse tal palavrão,
Nada tinha a lhe inspirar.
Pois o Bando é uno e forte,
Soube encontrar o Norte
E à PM orgulhar.

Jovens leais oficiais
Da Milícia de Tobias
Hoje  valorizam anais
Com orgulho e fidalguia.

 Pois não é que do Bandão,
Atacado a todo instante,
Mostrando seu coração,
Sagrado, impoluto, arfante,
A São Paulo que é seu chão
Gerou o seu Comandante!

Carlos Alberto (de) Camargo,
Do Bandão seu componente,
Assumiu e honrou o cargo
De Comando a tanta gente.
 Chefe sério e responsável,
Exigente, bom e amável:
Bandão alegre e contente!

Do Bandão que a nada vinha,
Muito há o que se contar...
Oficiais de fino trato,
Tirocínio arguto e lato,
Amigo com quem contar!

A CONTINUAÇÃO
Houve quem tivesse a veia
de dizer que o Bandão
só funcionava com peia,
Com chucho, chumbo e varão!
Não passa de cinco anos,
O Bandão tá desmanchando,
Ta trocando os pé co’as mão!

Cinco anos já se foram,
Os dez, os vinte e os trinta!
O Bando ta mais esperto,
Meio veio, de passo incerto,
Mas com ele não se brinca!

O Molica, grande amigo,
Cavalariano de escol,
Pega a corneta e avisa:
-Do Bando eu confiro o rol!
Vai chamando a veiarada
Que enfurnada não quer nada,
só pijama e cachecol!

Bando de veio perneta,
avança o nome pro rancho.
Sai da toca e se apresenta,
Senão vai ficar no gancho.
Turminha de perna bamba,
 Toma o xarope e se agüenta,
 Pois hoje comemoramos
De Aspirantes os Quarenta!

A RELAÇÃO
Sahd, Tobias e Horácio.
Mello, Renato e Lilico.
Adelmar, Mentoni e Dalton 
E o Suzano bom de bico.


O Conrado e suas servas.
O Demônio e o Capeta.
Não vou declinar os nomes
Para não cair em treta!

Zamboni, Agildo e Ricardo,
Vem  mostrando as suas caras.
Tiné Dumangin e Douglas,
Também são as peças raras.

O novel Juiz castrense
Também vai aparecer.
Orgulho do Bando veio,
Que só fez por merecer!

O Chaves e o Cicerelli
E também o Campanhã!
Farão um trio sumido,
Mas virão de peito erguido.
Não deixam para amanhã!

Zuqueto, Schalch e Ciamponi.
Turessi, Reis, Rafael.
Bengala, gorro e pijama.
Cachecol, pantufa e gel.

O Ferreira que era Bello.
Almeida, Nelson e Outtone,
Virão bem acompanhados,
Nóbrega, Gritti e Bononi.
Rodrigues, Palumbo e Secco,
Cursino, Arruda e Turini.
Vai perder um pouco a graça
 Pois não se encontra o Montini.

Lima Júnior, Iezzo Conte.
Meu amigo de guitarra.
Até que enfim se apresenta
Para lembrarmos a farra!

Isipon e Sérgo Lopes
Clóvis, Marques, Lorencini.
Se em 70 era veio,
Agora então... Imagine!

Ladislau, Negri, Ayr.
Que agora é o veio Zuza!
Moraes, Bonifácio Dantas,
Que estórias contam tantas,
Vem pra tomar a dita cuja!

Juarez, Ciapina e Niuton,
Fagundes, Lobo e Oscar.
Alcântara, Cunha e Grant,
Já foi chamado MIRANTE!
Ele há de se lembrar.

 Dos que assinaram o Rancho,
Creio que a todos listei.
Túbero, Kovacs, Gerson.
E o De Biagi indiquei.

Mas não posso me esquecer.
De um tal Nakaharadinha!
A data de aniversário,
Ano e mês igual à minha.
Vai receber meu abraço,
Naquele mágico espaço
Em que o Bandão COBRE E ALINHA!

APOTEOSE
O Serau, um cara-lhano.
Arauto de coisas boas,
Mandou convite direto,
e para deixar de loas
Não vou faltaro ao amigo,
nem ao povo do Bandão.
“Se nem sempre o irmão é amigo,
Todo amigo é sempre irmão”.

E pra não cansar vocês,
vou aqui finalizar.
Dizendo que este Bandão,
só me fez muito orgulhar.
Faria tudo de novo.
E pra ver vocês, meu povo.
No Boi Preto eu vou estar.

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